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POR QUE VOCÊ NÃO SAI DO LUGAR?

De onde vem a dificuldade de mudar

A maioria das pessoas têm dificuldade para pensar grande: quando fixam uma meta ou criam uma visão futura, quase sempre, diminuem seus sonhos ou objetivos. E fazem isso porque sabem, inconscientemente, que o esforço demandado será do tamanho exato dos objetivos ou sonhos. Se é assim, é muito mais fácil, claro, nem sonhar ou diminuir os objetivos do que ter de mudar algo na rotina. É óbvio, não é mesmo? Mas, como iremos ao encontro do que queremos sem sairmos de onde estamos?

Por mais frustrados que estejamos com a realidade que estamos vivendo, temos muita dificuldade de mudar. Isso acontece porque estamos condicionados a um mecanismo de autossabotagem que é alimentado por crenças limitantes. Essas crenças nos limitam justamente porque nos fazem ter medos de todos os tipos: medo de fracassar, do que vão dizer os outros se não conseguirmos, medo de “não dar conta do recado”, medo dos riscos que estaremos correndo, entre outros tantos medos.

Se você ainda não é o que deseja ser, não tem o que quer ter, não fez o que já queria ou  deveria ter feito, pode ter certeza de que há uma ou mais crenças que estão fazendo com que você autossabote os seus planos de melhoria. Incrível, não é mesmo? Mas é exatamente isso o que está acontecendo, mesmo que você não saiba, porque tudo isso acontece em um nível inconsciente.

Mudar implica em romper com o status quo, com padrões preestabelecidos, com o conforto de estar em área conhecida, com hábitos arraigados dos quais gostamos, enfim: demanda um esforço que, na maioria das vezes, não estamos dispostos a fazer. 

Tudo o que você vive é fruto das suas crenças e das suas escolhas.

Você escolhe o tempo todo, mesmo que não se dê conta disso. E as suas escolhas estão subordinadas ou associadas às crenças que você tem, conhecidas por você ou não.  Hoje mesmo você já fez centenas de escolhas. O que sentiu ao acordar, o que comeu, o que vestiu, o que pensou, o que disse, como agiu, como reagiu, como se deslocou, para onde foi, que hora chegou, que hora saiu, entre outras centenas de escolhas. A maioria esmagadora das escolhas é automática, ou seja, nem percebemos.

Escolher o que quer ser e viver é muito importante. Mas, são raras as pessoas que se dedicam a pensar sobre o assunto para definir a sua trajetória, intencionalmente. As outras, a enorme massa humana, acaba seguindo o caminho fácil de se deixar levar, enchendo-se de desculpas e justificativas que, para elas, são reais. Dessa forma, não “precisam” assumir a responsabilidade pelo que têm, são ou vivem. Sentem-se vítimas quando não são ou têm o que gostariam de ser ou ter.

É muito importante recordar disto: a escolha de não escolher é uma escolha e acreditar que não acredita é uma crença. Tudo tem a ver com escolhas e crenças. A não escolha e a não crença não existem.

Desperte e assuma o poder!

Acorde! Defina o que você realmente quer viver sem medo de ser feliz. Esteja predisposto a fazer o esforço necessário que te libertará da prisão que as suas crenças limitantes construíram pra você.

Saia desse automatismo mental e comece agora mesmo a fazer escolhas que te levem para onde você quer em vez de seguir as vozes do inconsciente pessoal e ou coletivo. Assuma o poder de escolher intencionalmente. Desligue o piloto automático.

Por
Márcia Tiergarten

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"Nossa vida é o subproduto de um contexto histórico-cultural. E o contexto atual é permeado pela lógica do lucro que maquia a realidade para que não possamos vê-la, facilmente."

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